segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Da serie perguntas que não querem calar

A dita Revolução (?) de 1932, pode ser alcunhada de A Revolução dos Coxinhas?

O afundamento do capitão - por Kyle Thompson (kylethompsonphotography.com)

Aforismo CXV

A pior desgraça que poderia ter acontecido ao planeta terra já aconteceu. A esta desgraça chamam ser humano.

Pra onde pende o coração humano - por Noah Bradley (Arte digital - site homônimo)

Da serie provocações

Felipe Massa diz em entrevista: "Espero que a Ferrari sinta saudade de mim". Quem vai sentir saudade, mesmo, é o Alonso, que não tinha concorrente na equipe.

Através da areia - por Karim Sahib (Fotografia - AFP/Getty Images/blogs wsj)


Dois homens levam seus camelos através das dunas do deserto de Liwa nos Emirados Árabes Unidos.

Entre o ruim e o pior

Dizem que o Raul Gil consegue ser mais chato que o The Voice. Mas, como desempate de corrida de cavalo, a disputa é decidida focinho a focinho.

Gravidade zero - por Nikolay Tikhomirov (Fotografia surreal - Inspiration Hut)

Da serie constatações

Ele é um grande indignado contra a corrupção.
E sequer sabe quem é Daniel Dantas.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Jaegil Lim - Prius Anima (Arte Digital 3D - Coolvibe)

O líder e o medo

     O meio mais fácil de averiguar a integridade de um líder é saber qual sentimento ele explora. Se for o medo, (quiçá medo do inferno/demônio, de outro país, dos membros de outra etnia/nacionalidade, de demissão, da violência alheia, etc.), pode-se afirmar: este líder não passa de um belo de um biltre.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Da serie "perguntas que não querem calar"

     ¿Podemos verificar alguma similaridade entre estes dois momentos: quando comemos uma sobremesa logo depois de escovarmos os dentes e, quando vamos cagar logo depois de termos tomado banho?

sábado, 15 de junho de 2013

Chuva - por Andree Wallin (Arte digital - Coolvibe)

Se ouve nas ruas

As agruras do destino se impõem
Como uma pesada coleira sobre nós
Todos estamos completamente rodeados
E simultaneamente também estamos sós

As folhas caíram todas
Nossas intenções estão nuas
Há um sussurro correndo longe
É o grito de libertação que virá das ruas

A amnésia que não cessa
Um dia então deixará de existir
Não sobrará pedra sobre pedra sobre nossos pescoços
Com que eles queriam nos pungir

A liberdade cerceada pela individualidade
O planeta arrasado pela voragem do consumismo
Substituídas por uma fraterna generosidade
Conquistamos aos homens seu abolicionismo

Um sol ardente
Nos tostara demasiado
Secando as esperanças que com tanto zelo
Nós havíamos cultivado

Hoje a chuva abundante
Nos deixa extasiados
Profícua e revigorante
Limpa a sujeira que havia nos impregnado

Nossos passos já não deixam marcas
Não podemos mais ser rastreados
Somos livres como folhas ao vento
Rompemos os grilhões que nos mantinham encarcerados

Não é o canto da sereia
Que chega aos nossos ouvidos
São os gritos da juventude
Que incomodam a todos os carcomidos

A população marcha nas ruas
Pois este lugar lhe é de direito
Bradando a plenos pulmões
O poder é do povo e isto não pode ser desfeito

Os fascistas tomam um susto
E se apressam em lançar suas bestas-feras
Contra os que lutam por um mundo mais justo
Querendo que seus sonhos caiam por terra

A juventude sempre se levanta
Nos momentos de maior desespero
Os jovens serão sempre chamados de vândalos
Justamente pelos mais putrefatos desordeiros

Spray, cassetetes, bombas e morteiros
O Estado atacando quem deveria defender
Mas a repressão só nos multiplica
Nem isso os imbecis conseguem compreender

Em uma revolução tenha cuidado
Pode surgir algo que nem é tão novo
Quando a primeira cabeça rola
Ela abre o apetite do povo

E os reacionários tentarão conter
Mas já tudo será em vão
O povo terá então tomado
Seu próprio destino em suas mãos
A isto chama-se Revolução


Doney Corteletti Stinguel - 15/06/2013
Uma singela homenagem a todos os que participaram dos protestos que tomaram várias cidades nos últimos dias

segunda-feira, 13 de maio de 2013