Mentiras bem contadas
Crônicas hedonistas para um mundo de verdades escondidas
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Uma possível definição
Quando em uma relação os cônjuges também se realizam, também ficam muito felizes quando geram felicidade no parceiro, talvez se possa dizer que ocorra, neste momento, aquele sentimento que as pessoas denominam amor.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Da serie constatações
Em entrevista, Rubinho lamenta a saída do piloto Trulli e diz que o dinheiro domina a Fórmula 1.
De fato é impressionante que ele tenha demorado 20 anos para reconhecer isto.
Até na compreensão ele é lento.
De fato é impressionante que ele tenha demorado 20 anos para reconhecer isto.
Até na compreensão ele é lento.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
piada rapida
vendo um chamado da tv, relatado sobre o caso eloa, logo em seguida o caso richthofen entre outros casos polêmicos. so esqueceram de falar sobre o caso mensalão, que ja esta para prescrever por falta de julgamento.
ps. vou nem escrever o nome da emissora que deu o chamado.
Minhas Verdades 4
Pelo pouco que sei da Historia Brasileira, posso dizer que nos somos os vira-latas perante os restantes dos países.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Só as últimas notícias (já bastam)
Apenas as últimas notícias (para voltarmos mais necessitaríamos de um saco de vômito):
- Um grupo de jovens vai espancar um morador de rua (já não basta o que ele sofre) – um jovem vai defendê-lo e é espancado até quase a morte.
- No Rio de Janeiro na noite de ontem, de dentro de um carro, um meliante, do nada, dispara vários tiros contra algumas pessoas que esperavam um coletivo num ponto de ônibus. Acerta em quatro delas.
- Mais de cem assassinatos desde o início da greve (há sete dias) que paralisou parcialmente a tropa da PM da Bahia.
Apenas para efeito de comparação, mantendo esta média, em cinco ou seis semanas a Bahia ultrapassará todos os assassinatos que acontecem no Japão em um ano. Há de lembrar, para ver como a coisa anda triste por aqui, que a Bahia tem 25 milhões de habitantes. O Japão tem 128 milhões de habitantes.
É... de fato, há algo de podre no reino da Dinamarca.
P.S.: Enquanto isto, nas rádios: “Ai, se eu te pego, ai, ai...”
- Um grupo de jovens vai espancar um morador de rua (já não basta o que ele sofre) – um jovem vai defendê-lo e é espancado até quase a morte.
- No Rio de Janeiro na noite de ontem, de dentro de um carro, um meliante, do nada, dispara vários tiros contra algumas pessoas que esperavam um coletivo num ponto de ônibus. Acerta em quatro delas.
- Mais de cem assassinatos desde o início da greve (há sete dias) que paralisou parcialmente a tropa da PM da Bahia.
Apenas para efeito de comparação, mantendo esta média, em cinco ou seis semanas a Bahia ultrapassará todos os assassinatos que acontecem no Japão em um ano. Há de lembrar, para ver como a coisa anda triste por aqui, que a Bahia tem 25 milhões de habitantes. O Japão tem 128 milhões de habitantes.
É... de fato, há algo de podre no reino da Dinamarca.
P.S.: Enquanto isto, nas rádios: “Ai, se eu te pego, ai, ai...”
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Os alquimistas já estão no corredor
Muitos foram os alquimistas da antiguidade que pereceram sofrendo, tentando encontrar a pedra filosofal, a substância mítica capaz de originar quaisquer outras substâncias, do ouro ao elixir para a imortalidade – abro um parêntese para destacar se eles lembraram, durante essa busca insana, de que não adianta ser imortal (como bem sabe Titono), há de se manter o corpo são e jovem enquanto se envelhece, senão é só padecimento.
Bem, voltando ao assunto (tenho que controlar minhas digressões), os alquimistas talvez jamais pudessem imaginar, mas aquilo que mais se aproximaria da pedra filosofal em nossos tempos é um grão: a soja.
Vejamos. A soja é capaz de fornecer resinas, tintas, óleos, cosméticos, solventes, combustível (biodiesel), etc.
A soja, que nos serve em tantos produtos químicos, também é alimento básico para a ração de para inúmeros animais.
Como se não bastasse, da soja se faz leite, se faz queijo, se faz farinha, se fazem sucos diversos, se fazem carnes diversas, se faz salada, etc.
Como pode meu Deus, do mesmo produto se fazer carne e saladas?
Esta descoberta a pedra filosofal, não há dúvida.
P.S: Como nem tudo são flores, os ambientalistas (com toda razão) dirão que a soja não é um elixir, é um câncer para o mundo, dada a degradação que suas extensas áreas cultivadas (muitas vezes sobre a própria Amazônia) acarretam para o meio ambiente – afora a loucura transgênica, claro.
Como ocorre desde o início dos tempos, o que para alguns é a salvação, para outros é a danação. Paciência.
Bem, voltando ao assunto (tenho que controlar minhas digressões), os alquimistas talvez jamais pudessem imaginar, mas aquilo que mais se aproximaria da pedra filosofal em nossos tempos é um grão: a soja.
Vejamos. A soja é capaz de fornecer resinas, tintas, óleos, cosméticos, solventes, combustível (biodiesel), etc.
A soja, que nos serve em tantos produtos químicos, também é alimento básico para a ração de para inúmeros animais.
Como se não bastasse, da soja se faz leite, se faz queijo, se faz farinha, se fazem sucos diversos, se fazem carnes diversas, se faz salada, etc.
Como pode meu Deus, do mesmo produto se fazer carne e saladas?
Esta descoberta a pedra filosofal, não há dúvida.
P.S: Como nem tudo são flores, os ambientalistas (com toda razão) dirão que a soja não é um elixir, é um câncer para o mundo, dada a degradação que suas extensas áreas cultivadas (muitas vezes sobre a própria Amazônia) acarretam para o meio ambiente – afora a loucura transgênica, claro.
Como ocorre desde o início dos tempos, o que para alguns é a salvação, para outros é a danação. Paciência.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Um pensamento reacionário?
Eu não queria escrever feito um velho, mas - sem moralismo fútil - a verdade é que falta pudor no mundo.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Antes do início
A teoria científica mais difundida a respeito do surgimento do universo é o famoso big bang, a grande explosão que teria gerado o universo como o conhecemos há cerca de 14 bilhões de anos.
O que me intriga é que nunca vejo ninguém tentar explicar o que havia antes do big bang. Afinal, ¿qual foi o começo? Com a palavra, os cientistas.
P.S.: Por enquanto, pelo menos quanto ao mistério da criação, parece-me que os religiosos vêm ganhando a batalha - com folga.
O que me intriga é que nunca vejo ninguém tentar explicar o que havia antes do big bang. Afinal, ¿qual foi o começo? Com a palavra, os cientistas.
P.S.: Por enquanto, pelo menos quanto ao mistério da criação, parece-me que os religiosos vêm ganhando a batalha - com folga.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Quase lá
Mesmo com dificuldades técnicas evidentes, os anos 80 deixaram uma bela marca no rock nacional, com bandas como Engenheiros do Hawaii, Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, RPM, Ira!, Lobão, Titãs, etc. Na verdade, acho até interessante essa questão dos “anos 80”, posto que, acredito que o melhor momento destas bandas – com a exceção do RPM – se deu na década de 90.
Mas vamos lá, a década de 90 também viu surgir outra geração (já nem tão roqueira), com O Rappa, Jota Quest, Pato Fú, Los hermanos, Skank, Charlie Brown Jr., Gabriel, o Pensador, Raimundos, etc.
Nos anos 2000 a coisa já ficou meio nublada, a geração não é tão óbvia, a pirataria destruiu a indústria musical, e, garimpando, consigo citar Detonautas, Pitty, Cachorro grande, (deve haver outras que me fogem).
Uma das coisas que julgo mais interessante é que na década de 80 não havia, propriamente, um esforço para se parece intelectual, para que as músicas soassem mais profundas do que de fato eram. A coisa era mais natural, coerente, as letras as personalidades, as ideias. Era um todo mais coeso.
Porém, se a grande maioria das bandinhas das duas últimas gerações pouco se importam com a própria pequenez mental, há dois artistas que, de maneira bem evidente, se esforçam para atingir um resultado maior do que o lixo atualmente produzido: Pitty e Los hermanos. Parece-me que estes dois artistas sabem identificar o que é destacado no som alheio, sabem apreciar as boas ideias – que, tanto os artistas da década de 80 do Brasil quanto outros rockeiros mundo afora possuem –, sabem que é possível fazer uma música boa e inteligente, enfim, a Pitty e os Los Hermanos sabem o que é bom e tentam fazer a mesma coisa.
É pena que não consigam.
Mas vamos lá, a década de 90 também viu surgir outra geração (já nem tão roqueira), com O Rappa, Jota Quest, Pato Fú, Los hermanos, Skank, Charlie Brown Jr., Gabriel, o Pensador, Raimundos, etc.
Nos anos 2000 a coisa já ficou meio nublada, a geração não é tão óbvia, a pirataria destruiu a indústria musical, e, garimpando, consigo citar Detonautas, Pitty, Cachorro grande, (deve haver outras que me fogem).
Uma das coisas que julgo mais interessante é que na década de 80 não havia, propriamente, um esforço para se parece intelectual, para que as músicas soassem mais profundas do que de fato eram. A coisa era mais natural, coerente, as letras as personalidades, as ideias. Era um todo mais coeso.
Porém, se a grande maioria das bandinhas das duas últimas gerações pouco se importam com a própria pequenez mental, há dois artistas que, de maneira bem evidente, se esforçam para atingir um resultado maior do que o lixo atualmente produzido: Pitty e Los hermanos. Parece-me que estes dois artistas sabem identificar o que é destacado no som alheio, sabem apreciar as boas ideias – que, tanto os artistas da década de 80 do Brasil quanto outros rockeiros mundo afora possuem –, sabem que é possível fazer uma música boa e inteligente, enfim, a Pitty e os Los Hermanos sabem o que é bom e tentam fazer a mesma coisa.
É pena que não consigam.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Gladiadores hodiernos
Independente de se gostar ou não do esporte, é inevitável a comparação das lutas nos ringues do UFC com as dos gladiadores nas arenas romanas.
A motivação é a mesma de outrora, a massa quer espetáculo (ou circo, como então alcunhado), sedenta por sangue e pancadaria. Houvesse a liberalidade de outros tempos, com certeza haveria grande público para assisti-los se digladiando literalmente (se matando com escudos, espadas, punhais, etc., contra feras ou outros homens). Acredito que tais batalhas fossem gerar grande reação - especialmente as que envolvessem os animais selvagens (tigres, leões, crocodilos, etc.). Fossem só homens contra homens, fatalmente a repercussão negativa seria bem menor.
De qualquer modo, assistindo àquele espetáculo sangrento, percebe-se que, ao longo do tempo, o mundo não mudou tanto assim.
Talvez a forma tenha se alterado de maneira mais drástica, mas o conteúdo é bem semelhante.
A motivação é a mesma de outrora, a massa quer espetáculo (ou circo, como então alcunhado), sedenta por sangue e pancadaria. Houvesse a liberalidade de outros tempos, com certeza haveria grande público para assisti-los se digladiando literalmente (se matando com escudos, espadas, punhais, etc., contra feras ou outros homens). Acredito que tais batalhas fossem gerar grande reação - especialmente as que envolvessem os animais selvagens (tigres, leões, crocodilos, etc.). Fossem só homens contra homens, fatalmente a repercussão negativa seria bem menor.
De qualquer modo, assistindo àquele espetáculo sangrento, percebe-se que, ao longo do tempo, o mundo não mudou tanto assim.
Talvez a forma tenha se alterado de maneira mais drástica, mas o conteúdo é bem semelhante.
domingo, 18 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Mais da serie constatações
Não há coisas que as pessoas façam mais, ou melhor, do que reclamar. Fosse este um esporte, todos ganhariam medalhas de ouro e bateriam recordes e mais recordes diários. Até porque o treino é constante.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Da serie constatações
Muitas vezes pude ver, nos mais variados veículos de comunicação, a frase cabal da campanha de mídia do governo estadunidense para defender seus atos bélicos bestiais, alcunhada como guerra ao terror.
Este título sempre me espanta pela sua demasiada ironia, já que um dos momentos em que o terror ocorre de maneira mais intensa - senão a mais intensa de todas - é justamente durante a guerra.
Este título sempre me espanta pela sua demasiada ironia, já que um dos momentos em que o terror ocorre de maneira mais intensa - senão a mais intensa de todas - é justamente durante a guerra.
domingo, 20 de novembro de 2011
Tempos Futuros.
Dias atrás acabei indo uma casa de show/barzinho, aonde suas atrações musicais são voltada para pessoas na "terceira idade", com musicas de qualidade, exemplo: bolero, bossa nova, valsa, etc.
Em um certo momento me pequei pensando como seria um barzinho deste quando eu estiver na "terceira idade", as bandas estarão cantando restart, nx zero, luan santana, entre outros.
espero q os maias estejam certo!
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Banco
Hoje resolvi mudar minha rotina e fui fazer serviços de banco pela manha.
Como já sabem banco abre as 10 horas da manha. para ser uns dos primeiros, tratei de chegar 20 minutos antes. Mas ao chegar, verifiquei que tinham umas 40 pessoas na "fila" para entra no banco, (entre idosos, deficientes e pessoas "normais"), que já estava uma verdadeira bagunça.
Tratei de ir para o final da "fila" e me escorrei em um caixa eletrônico com defeito. as 9:45, um rapaz do banco saiu e "organizou" a fila, liberando apenas a entrada dos preferenciais, assim voltando para dentro do banco as 9:55, com um sorriso irónico, e neste exato momento acho que tive o mesmo pensamento que o funcionário do banco, " QUE OS JOGOS COMECEM ".
Já dentro do banco, em uma fila bem organizada, acabei presenciando o real inicio dos jogos. com a discussão entre dois idosos, pelo motivo de um ser mais idoso do que o outro, posteriormente da discussão, veio os empurrões e alguns "socos', logo contido pelo segurança.
No final das contas ( depois de rir ) acabei mudando minha estratégia e voltando ao banco as 11:50, incrivelmente tem dado certo, pois não passo mais do que 20 minutos na fila.
Assinar:
Postagens (Atom)